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| Jogo: Kao the Kangaroo | Plataforma: Nintendo Switch, Xbox, Playstation e PC |
| Data de lançamento: 27 de maio de 2022 | Gênero: Plataforma, Ação, Arcade e Aventura |
| Número de jogadores: Um | Editor: Tate Multimedia |
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Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de dez anos |
Idiomas compatíveis: Alemão, Chinês Simplificado, Coreano, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Japonês, Português, Russo |
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Espaço necessário: 3.7 GB |
Preço: R$ 149,99 |
No ano de 2000, a desenvolvedora polonesa Tate Multimedia lançou um jogo de plataforma 3D chamado Kao the Kangaroo para o Sega Dreamcast e durante os anos seguintes recebeu quatro continuações em diversas plataformas, como o Playstation 2, Game Boy Advance, PSP e PC.

A série partilhava de similaridades com os jogos de sucesso daquela época, como Crash Bandicoot e Jak and Daxter.
Vinte e dois anos depois, a série está de volta para o deleite de fãs do gênero trazendo novidades, mas sem perder a sua essência.
O jogo serve como uma forma de “reboot”, apresentando o personagem para uma nova geração de jogadores.
No jogo original Kao, um jovem canguru, é aprisionado junto com sua família por um caçador. Ao encontrar luvas de boxe, consegue se libertar e vai atrás do caçador para salvar a sua família. Já o novo jogo começa com Kao tendo um sonho com sua irmã Kaya, que havia desaparecido em busca de seu pai, pedindo ajuda ao enfrentar uma misteriosa sombra.

Depois dessa enigmática mensagem Kao decide ir atrás de sua irmã e inesperadamente no caminho encontra um par de luvas de boxe sobrenaturais falantes, que pertenciam ao seu pai. Então com a luva de boxe em punhos, e com a ajuda de seu instrutor de luta Walter e o inventor Engenhoca, partem em uma aventura para resgatar sua irmã e desvendar o mistério que acerca o desaparecimento de seu pai.

Graficamente o jogo é trazido para a nova geração com uma bela repaginação no visual. Cores vibrantes bem similar as novas iterações de Crash Bandicoot e Spyro, mas ainda assim com quê próprio nos setpieces e na direção de arte em um geral.
Apesar de não ter o orçamento de seus competidores, e talvez por essa razão falte um certo polimento, ainda assim é bem competente e não decepciona neste quesito. Cumprindo bem o seu propósito, mostrando um carinho dos desenvolvedores para a franquia e abrindo espaço para melhorias em possíveis continuações.

A trilha sonora apresenta bem o senso de aventura, dando identidade para cada um dos cenários por onde Kao passa, de selvas a cavernas de gelo e até mesmo um parque de diversões abandonado.
As músicas são orquestradas e culturalmente exóticas, trazendo um “quê” australiano ao soundscape do jogo, lembrando um bocado as trilhas de Crash Bandicoot e Donkey Kong Country.
A dublagem, embora não seja excepcional, cumpre seu papel. Porém, é uma pena que algumas piadas e referências a outros jogos feitas pelos personagens, se percam um pouco nas legendas em português.
Já os efeitos sonoros seguem bem o padrão dos jogos do gênero.
A jogabilidade é bem simples e gostosa de aprender, consistindo das figurinhas carimbadas dos jogos de plataforma 3D, como pulos duplos, saltos com rabadas, ganchos para se pendurar e afins. Agradará tanto aos veteranos do gênero, como também aos mais novos.. que estão descobrindo agora o mundo dos games.
O jogo oferece desafios, como alguns quebra-cabeças simples de resolver utilizando-se de habilidades elementais (fogo, água e vento) oferecidas pela luva durante a progressão do jogo. Alguns dos quebra-cabeças também fazem uso de um bumerangue, que pode ser combinado com as habilidades elementais.

Ao enfrentar inimigos, o jogo vai para o lado dos jogos de ação sendo um beat ‘em up ou hack n’ slash bem simplificado.
Já os chefes trazem desafios únicos, fazendo o jogador usar a cabeça para solucionar pequenos twists e surpresas ao invés de apenas bater no boss.
Tudo isso sem esquecer, claro, da característica mais peculiar de Kao para os jogadores dos jogos antigos: A capacidade do Kao de esticar seu pescoço que, por alguma razão, existe desde o primeiro jogo. No reboot isso foi integrado como um dos movimentos no moveset do personagem quando ele se pendura em grades, permitindo coletar itens mais baixos que ele enquanto progride.
E por falar em progressão o jogo consiste de quatro mundos. Cada um com uma área central para exploração, três estágios e um boss.
Os estágios podem ser acessados ao coletar um número determinado de runas, similar as estrelas no Mario 64 ou as peças de quebra-cabeças em Banjo-Kazooie.

Nos estágios e no hub de cada área, o jogador encontra outros colecionáveis como peças de coração que a cada 4 coletadas permitem que o jogador aumente sua energia. As letras K, A e O em cada estágio, que ao formar a palavra KAO destrava novas roupas na loja. Pergaminhos que liberam descrições de inimigos. Personagens e estágios na Kaopédia e assim como diamantes que servem mais para o desafio dos complecionistas de plantão.
Por fim temos também vidas, baús de tesouro e moedas. As moedas servem para ser usadas nas lojas para comprar vidas, pedaços de coração e roupas, aonde algumas fazem referência aos jogos passados da franquia.
O jogador também irá se deparar com as fontes eternas escondidos pelos estágios, que são portais para fases bônus que variam desde a desafios de combate ou até a desafios de plataforma. São 15 num total por todo o jogo.
O jogo possui duas DLCs pagas e quatro gratuitas:

E, por fim as quatro DLCs gratuitas, que adicionam novas roupas ao personagem. Como por exemplo, um crossover com Yooka-Laylee, permitindo que você se vista de Yooka, outra DLC aonde Kao se veste igual ao V, de Cyberpunk, uma DLC que celebra as férias de verão e outra comemorando a volta às aulas.
Finalmente, o jogo também conta com um bundle “edição de aniversário”, contendo as duas DLCs pagas.
Confira os conteúdos pagos e gratuitos na Nintendo eShop do Brasil.
Para você que curte jogos de plataforma 3D com mascotes fofinhos e carismáticos Kao the Kangaroo certamente é uma boa pedida.
O jogo é simples, divertido e tem o tamanho certo. Sem se estender muito, mas oferecendo algumas boas horas de diversão.

O game é legendado em português, facilitando bastante a compreensão do público mais jovem e está disponível para todas as plataformas.
Não podemos deixar de mencionar que no lançamento, o jogo apresentava alguns bugs que atualmente foram corrigidos pela desenvolvedora. O único bug que encontramos foi o da música que por alguma razão parou de tocar, ainda assim nada que tenha estragado a nossa experiência.
Para nós, que vivenciamos a época de ouro dos jogos de plataforma com mascotes, poder reencontrar Kao foi uma experiência nostálgica o que inegavelmente fez com que valesse a pena a jogatina.
* Agradecemos a Tate Multimedia pela key do jogo.
Gostou da nossa análise de Kao the Kangaroo? Então conte para gente nos comentários!
Assista o review no YouTube:
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| Jogo: Bob Esponja: The Cosmic Shake | Plataforma:Nintendo Switch, PlayStation, Xbox e PC |
| Data de lançamento: 31 de janeiro de 2023 | Gênero: Plataforma, Ação e Aventura |
| Número de jogadores: Um |
Editor: THQ Nordic |
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Classificação Indicativa: Livre |
Idiomas compatíveis: Alemão, Chinês Simplificado, Chinês Tradicional, Coreano, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Japonês, Português, Russo |
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Espaço necessário: 6.7 GB |
Preço: R$ 221,95 |

Em 31 de janeiro de 2023, a THQ Nordic lançou a mais nova aventura do carismático Bob Esponja. Desenvolvido pelo estúdio austríaco Purple Lamp, o jogo está disponível para todas as plataformas: Nintendo Switch, PlayStation, Xbox e PC.
Seguindo a receita do seu sucessor Battle for Bikini Bottom, lançado em 2020, o game de plataforma 3D agradará não apenas os fãs do gênero quanto os da série.
Parque de Diversões Mundo da Luva Geleia
Bob Esponja e Patrick vão ao Parque de Diversões Mundo da Luva Geleia e lá conhecem a misteriosa cartomante Madame Kassandra, fornecedora de tesouros perdidos dos Sete Mares, que lhes dá um frasco de bolhas de sabão mágico. Um objeto capaz de realizar desejos.

No fim as coisas não dão muito certo e assim começa a aventura de Bob Esponja e Patrick por diversos mundos no objetivo de resgatar seus amigos e corrigir a bagunça feita na Fenda do Biquíni.
Com um visual cartoon bem fiel ao desenho animado e aos filmes de animação da tão querida turma o jogo não faz feio, entregando não apenas belos e criativos cenários como também uma iluminação surpreendentemente para o “pequeno notável” da Big N.
Entretanto o único problema são algumas quedas de frame e travadas rápidas de load, mas nada que prejudique a experiência como um todo.

No som, a trilha sonora trás músicas conhecidas do desenho e, o mais importante: O jogo é totalmente dublado em português pelos dubladores originais dos personagens. Excelente para nós brasucas, e certamente para os fãs da esponja amarela.

Em Bob Esponja Cosmic Shake você progride por 8 estágios, sendo um deles a Fenda do Biquíni, que serve como um world hub para as outras fases aonde em cada uma delas, Bob Esponja se veste de acordo com o mundo em que está.
As outras fases são: Velho Oeste das Águas-Vivas, Karatê Centro da Fenda do Biquíni, Lagoa Goo Pirata, Floresta de Algas Pré-Histórica, Campos de Enxofre Medievais, Fenda da Pedra Assombrada e o Mundo da Luva Geleia. Cada uma trazendo surpresas e objetivos diferenciados e inusitados.
O jogo trás uma similaridade ao Banjo-Kazooie e outros platformers 3D collect-a-thon, aonde você tem de realizar objetivos e coletar objetos para progredir.

Depois de completar o objetivo principal dos estágios, o game oferece a possibilidade de retornar a eles para completar objetivos opcionais antes não possíveis. O que torna um prato cheio para aqueles que querem ir mais a fundo além daquilo o que é oferecido apenas seguindo o enredo. Sem dúvida uma experiência acessível e amigável para todas as idades.
Os movimentos básicos seguem o “bê-á-bá” do gênero, com pulos duplos, ataque básico e um botão para planar.
A medida que vai jogando, você aprende novas habilidades que enriquecem o seu moveset, permitindo completar objetivos opcionais antes não acessíveis nos estágios antigos.

O controle é bem fluido, facilitando a movimentação e não deixando aquela sensação chata em jogos do gênero de que se você errou um pulo, a culpa foi do jogo e não sua.
Em alguns estágios, você também encontra mini-games que somam na variedade que o game oferece.

Os estágios são ricos em detalhes e referências que com certeza agradarão aos fãs de longa data do Bob Esponja.
Bem humorado, trazendo algumas piadas que te pegam de surpresa e torna difícil que você não dê uma ou duas risadas… ou provavelmente mais. Especialmente graças à localização em português.
E também, ao pegar dobrões de ouro, você destrava tiers de roupas icônicas da série e dos filmes de animação que podem ser comprados com a geleia coletada nas fases.

Ao total são sete tiers, cada um exigindo mais dobrões para serem destravados e com fantasias mais caras em cada um deles.
Além das fantasias liberadas durante o jogo, há também uma DLC com fantasias extras disponível na Nintendo e-shop do Brasil por 52 reais
Embora o Nintendo Switch não tenha conquistas ou troféus, o jogo tem uma seção de desafios que lista “objetivos-extras” para serem feitos e trazem algo a mais para aos complecionistas de plantão.
A mais nova aventura de Bob Esponja oferece uma jornada divertida com personagens conhecidos e carismáticos que remetem a infância daqueles que cresceram acompanhando o desenho animado que fez e ainda faz bastante sucesso no Brasil.
Simples, divertido e engraçado o game oferece visuais bonitos e coloridos, jogabilidade agradável e carismática acessível a um público variado. O que certamente irá garantir horas de diversão para toda a família.
Mais uma vez, vale ressaltar a dublagem de primeira com a voz dos dubladores consagrados do desenho como Wendel Bezerra, Marco Antônio Abreu, Marcelo Pissaredini, Renato Márcio e Letícia Quinto que abrilhantam ainda mais o jogo, fazendo com que você se sinta dentro de um episódio do desenho.

Uma experiência divertida não só para os fãs da franquia Nickelodeon, mas também para aqueles que curtem jogos de plataforma 3D.
Se você é fã do Bob Esponja, esse sem dúvida é um excelente jogo para você!
* Agradecemos a THQ Nordic pela chave do jogo.
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| Jogo: Breakers Collection | Plataforma: Nintendo Switch, PlayStation, Xbox e PC. |
| Data de lançamento: 12 de janeiro de 2023 | Gênero: Luta, Arcade, Ação e Festa |
| Número de jogadores: 1-2 | Editor: QUByte Interactive |
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Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de doze anos |
Idiomas compatíveis: Inglês |
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Espaço necessário: 960 MB |
Preço: R$ 49,99 |

Em 12 de Janeiro de 2023, a QUByte Interactive lançou o jogo Breakers Collection. Uma coletânea do cult clássico de arcades da Visco, lançado para o Neo-Geo da SNK. A coletânea contém dois jogos: Breakers e Breakers Revenge.
Breakers, o primeiro jogo da franquia, foi lançado em 1996. Enquanto o Breakers Revenge, uma revisão do jogo original que trás rebalanceamentos, novos personagens e novos sistemas de combo, foi lançado em 1998 para os arcades.
Alguns dos diferenciais dessa coletânea são recursos inteiramente novos, assim como conteúdo, personagens jogáveis adicionais, ajustes de equilíbrio e novos elementos de jogabilidade.

Dentre estes novos recursos destaca-se o modo online, oferecendo crossplay entre as plataformas Nintendo Switch, Xbox, Playstation e computador com rollback netcode.
Enquanto nas features online, o jogo trás lobbies para partidas tanto casuais quanto ranqueadas para o modo clássico e para o novo modo Team Battle. Também adicionando leaderboards, replays, revanches, customização de perfil do jogador com títulos e cards desbloqueáveis, bem como informações de conexão para ajudar o jogador a encontrar a partida perfeita.

Para aqueles que querem praticar antes de se aventurar nos tatames online, o jogo inclui um modo de treino. Ideal para praticar combos e especiais, fazendo proveito das diversas opções disponíveis neste modo.
O modo Team Battle permite ao jogador selecionar três personagens para formar sua equipe e que se alternam a cada derrota. O modo pode ser jogado tanto no modo online ou versus local bem como no tradicional modo arcade, trazendo uma nova forma para se desafiar, e facilitando o acesso a personagens extra, como o chefe final Bai-Hu.
O Breakers original conta com 8 personagens jogáveis, enquanto sua revisão, Breakers Revenge, tem um total de 9 personagens jogáveis.. e mais o Bai-Hu, que pode ser acessado usando o truque de girar o analógico do controle 1 em sentido anti-horário enquanto gira o analógico do controle 2 em sentido horário na tela de seleção de personagens até que o card do personagem apareça na tela.
Cada personagem representa um país e tem comandos bem similares ao também clássico Street Fighter 2. Contra o computador, o jogo oferece um bom desafio mesmo nas dificuldades mais baixas exigindo bastante treino do jogador.

O modo galeria trás diversas artes do jogo, que vão de materiais impressos da época, artes conceituais assim como artes feitas pela dedicada fanbase do jogo. Todos são desbloqueáveis ao realizar tarefas descritas nesta tela.
No sound test o jogador pode ouvir a trilha sonora, tanto da versão arcade do jogo quanto da versão para o Neo Geo CD. Todas trazendo o nostálgico estilo das músicas do gênero nos anos 90 certamente agradando ainda mais os jogadores.

Por fim, o jogo oferece opções de filtro, como o CRT, para entregar com mais fidelidade a experiência visual do arcade. Contendo também diferentes aspect ratios e bordas para a tela, assim como uma opção para exibir a lista de movimentos de cada personagem nos cantos da tela, ajudando o jogador durante as partidas com uma “colinha” dos movimentos do personagem e sem a necessidade de pausar o jogo para isso.

Breakers Collection certamente é uma ótima adição para os fãs do gênero. Além de divertido tem todos os ingredientes que um bom jogo de luta deve ter.
Para os veteranos, o game é pura nostalgia e irá lhes remeter a década de 90, ao passo que para os novatos é uma ótima forma de conhecer um dos jogos cults do gênero que ajudaram na formação dos games de luta atuais.
Finalmente não podemos deixar de ressaltar a dedicação e o capricho da desenvolvedora QUbyte Interactive no desempenho ao portar os clássicos para as novas gerações de console. Não apenas mantendo os aspectos originais do jogo, mas também trazendo melhorias sem fazer com que o jogo perdesse a sua essência. Proporcionando uma divertida experiência aos jogadores mais novos e para os mais velhos a oportunidade de redescobrir os seus jogos favoritos.
* Agradecemos a Qubyte Interactive pela chave do jogo.
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| Jogo: Grindstone | Plataforma: Nintendo Switch, Xbox, PlayStation e PC. |
| Data de lançamento: 28 de janeiro de 2021 | Gênero: Puzzle |
| Número de jogadores: Um | Editor: Capy |
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Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de dez anos |
Idiomas compatíveis: Alemão, Chinês Simplificado, Chinês Tradicional, Coreano, Espanhol, Francês, Holandês, Inglês, Italiano, Japonês, Português, Russo |
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Espaço necessário: 2.8 GB |
Preço: R$99,00 |

Grindstone é um puzzle com elementos de RPG e estratégia, desenvolvido e distribuído pela Capybara Games. Originalmente foi lançado para o Apple Arcade em 2019, sendo considerado um dos jogos mais interessantes de todo o catálogo. Em dezembro de 2020 chegou para o Nintendo Switch e em maio deste ano para o PC através da Epic Games Store.
A história do jogo se passa na Montanha de Grindstone: um buraco fedido cheio de grudentos nojentos e grindstones brilhantes.
JorG, o personagem principal, é um bárbaro guerreiro que quer levar sua família para tirar férias em um local ensolarado, mas como não tem dinheiro sai em uma aventura em uma grande montanha gelada repleta de tesouros, joias e muitos inimigos.

Sua missão é estraçalhar os grudentos e capturar o máximo de grindstones que conseguir.
Sendo um pouco similar aos jogos de puzzle no estilo “match three”, o jogador se move por um tabuleiro fazendo sequencias de ataques nos inimigos da mesma cor, chamados de grudentos.
Existem cinco cores de grudentos: vermelhos, azuis, verdes, amarelos e roxos. Quanto mais grudentos você conseguir eliminar, mais elementos surgirão na partida.
As sequências de ataques são de grande importância, pois são através delas que você consegue elementos que permitem a mudança de cor e também lhe possibilitam atacar inimigos mais fortes.
Se você matar dez ou mais grudentos na mesma jogada aparece uma Grindstone no tabuleiro, que permite alterar a cor de uma sequência para criar combos ainda maiores.

A medida que você avança no jogo, você encontra receitas e itens que permitem a criação de upgrades (espadas, escudos, flechas e poções) e liberam novas habilidades que ajudam a completar o objetivo de cada estágio.
Os objetivos para completar os estágios variam sendo que o mais comum é o de derrotar um número determinado de inimigos.
Além do objetivo principal, a cada estágio tem um baú do tesouro e um inimigo rei. Quando você completa os três objetivos, você recebe uma quantidade maior de itens que vai facilitar o avanço dos próximos estágios.
Para liberar o baú do tesouro você precisa antes pegar a chave da mesma forma que para alcançar o inimigo rei, chamado carinhosamente de bobão, você precisa eliminar inimigos de uma determinada cor em uma sequência determinada de passos o que faz com a que as suas jogadas se tornem cada vez mais precisas e o jogo não seja tão simples como a aparenta. Prepare-se para ficar entalado em muitas fases!

A cada quinze estágios você enfrenta um chefe e por isso vai precisar descobrir como atacá-lo para poder progredir na história.
Em alguns estágios aparecerá uma personagem que te levará a um estágio bônus e nesse estágio você tem um número limitado de movimentos para acumular o máximo de joias possíveis ou seja quanto mais Grindstones você acumula, mais itens você libera para as próximas jogadas.
Em contrapartida quanto mais tempo ficar em cada estágio, mais difícil fica já que você terá que lidar com grudentos mais agressivos o que lembra muito jogos de estratégia por turno, eles atacam o jogador caso estejam em sua área de ataque.
Isso faz com que seja muito importante planejar os seus movimentos a medida que a partida progride.
O jogador tem três corações de energia e quando esses corações acabam você precisa reiniciar a fase. Sem dúvida mais uma razão que faz com que os itens de coleta sejam muito úteis no decorrer do jogo.

O conteúdo de Grindstone é super vasto. O jogo é composto por mais de 200 fases, inúmeros desafios, itens e equipamentos e a possibilidade da adição de novas fases em futuras atualizações.
Com relação a customização o jogo tem um “INN”, a pousada Lobo Uivante e nele o jogador pode recuperar a sua vida em troca das pedras preciosas, adquirir novas armas e equipa-las, mudar a roupa do personagem proporcionando habilidades especificas e fazer comidas que além de permitir que o jogador recupere a vida nas partidas também sejam feitas outras habilidades como espantar um tipo especifico de inimigo, etc.

Por fim há também um prédio chamado de “grind diário” que oferece desafios diferentes a cada dia possibilitando competir pela melhor pontuação contra jogadores de todo o mundo.

Visualmente o jogo lembra muito os desenhos animados modernos como Adventure Time, Steven Universe, O fantástico mundo de Gumball e outros.
Embora aparentemente seja um jogo “bonitinho”, não se engane o jogo tem um senso de humor violento, mas sem deixar de ser um desenho animado. Ainda assim se alguém se incomodar com os inimigos fatiados, no menu existe a opção de ajustar e até mesmo eliminar a violência.

Grindstone nos surpreendeu bastante apesar de aparentar ser um jogo simples em sua superfície é um jogo que prende o jogador para sempre querer jogar mais uma partida. Não é a toa que recebeu a indicação para o Game Awards de na categoria Mobile Game of the Year em 2019.
Grindstone é um pacote conciso tendo um bom gameplay, gráfico e uma boa trilha sonora. O game oferece muitas fases que você pode sempre jogar em partidas curtas para matar o tempo com um jogo que oferece qualidade.

Uma das vantagens é que no Nintendo Switch além de jogar com o controle o jogador tem a opção de jogar no modo portátil pela “Touch Screen”, o que torna a experiência ainda mais intuitiva.
Para quem gosta de jogos no estilo puzzle não vai se arrepender de conhecer. Temos certeza que assim como a gente, você vai se divertir bastante a cada jogada.
O jogo pode ser adquirido na Nintendo eShop do Brasil por R$99,00,
* Agradecemos a Nintendo pela chave do jogo.
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| Jogo: Kirby Fighters 2 | Plataforma: Nintendo Switch |
| Data de lançamento: 25/09/2020 | Gênero: Luta |
| Número de jogadores: até 4 jogadores | Número de jogadores (online): até 4 jogadores |
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Controles compatíveis: Nintendo Switch Pro Controller |
Número de jogadores (comunicação local sem fio): até 4 jogadores |
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Espaço necessário: 1.1GB |
Preço: R$99 |
A Nintendo surpreendeu a todos ao apresentar Kirby Fighters 2, uma continuação do Kirby Fighters Deluxe, lançado para o Nintendo 3 DS em 2014.
Embora não seja um jogo principal da franquia, Kirby Fighters 2 é um spin-off que traz agradáveis surpresas, assim como bastante conteúdo e horas de diversão.
Produzido pelo HAL Laboratory, empresa famosa pelos jogos da série: Kirby, Smash Bros e Mother o jogo parece bastante com o Super Smash Bros Ultimate, com a diferença que é bem mais simples e todos os lutadores são versões fofas e coloridas de Kirby.
O jogo de luta traz várias formas de Kirby, 17 ao total, bem como alguns de seus ajudantes, inimigos e fases baseadas nos jogos anteriores.

Começamos o jogo apenas com quatro personagens e três estádios, mas conforme vamos jogando e mudando de nível desbloqueamos novos lutadores com habilidades diferentes.
Cada personagem vem equipado com armas e adereços distintos, e tem os seus próprios golpes. Kirby Espada, por exemplo, usa uma espada para lutar e precisa ficar próximo de seus oponentes para causar dano, enquanto Kirby arqueiro utiliza um arco e se sobressai nos ataques à distância. São várias opções e com certeza você vai encontrar o seu estilo preferido!

Os gráficos do jogo não deixam nada a dever aos jogos principais da franquia, assim como o recente Kirby Star Allies lançado em 2018 para o Nintendo Switch.
Uma grande variedade de cenários e personagens fazem referências aos jogos anteriores da série, tudo muito bem modelado graficamente e todos muito bem trabalhados.
A trilha sonora é bastante completa e promete agradar aos fãs da bolinha rosa mais fofa da Nintendo.

A jogabilidade se assemelha bastante ao Super Smash Bros Ultimate, embora seja mais simplificada e direta ao ponto.
Os controles são bastante simples e convidativos. Basicamente você usa apenas um botão de ataque mais o direcional que resulta em diferentes ataques, além da defesa, esquiva e o pulo.
Também há um ataque especial similar ao “Final Smash” de Super Smash Bros Ultimate onde os dois jogadores têm de cooperar para executá-lo.
Alguns dos estágios têm eventos que trazem uma surpresa ao gameplay como ventos que atrapalham, bosses conhecidos da série que atacam, entre outros contratempos para dar aquela apimentada no jogo.
Assim como no Smash Bros não podemos esquecer dos itens que ajudam durante a batalha como o microfone, para atacar os inimigos ao seu redor e o “maximum tomato” que recupera por completo a vida do seu personagem.

Agora vamos falar um pouco sobre os modos de jogo. São cinco modos disponíveis: Battle Mode, Online Mode, Local Play Mode, Story Mode e Single-Handed Mode.
Modo Batalha – Você pode jogar sozinho contra o computador ou contra quatro amigos no mesmo console, podendo selecionar regras e os diversos estágios que o jogo oferece.
Modo Online – Você pode jogar em salas privadas com amigos assim como contra pessoas aleatórias, via internet.
Vale ressaltar que nas batalhas em que jogamos a conexão se manteve relativamente boa apresentando poucos problemas de lag, mas não foi tão fácil de encontrar partidas como gostaríamos e, por via das dúvidas, recomendamos que jogue com o Switch plugado na internet via cabo, com o adaptador USB de rede.
O Local Play Mode permite que você e outros jogadores possam jogar no mesmo lugar, mas com Switch separados.
Single Handed Mode é uma sequência de batalhas para um jogador contra vários oponentes controlados pelo computador. Basicamente um time trial com vários rounds e três níveis de dificuldade: Fácil, normal e difícil.

No modo História, King Dedede e o Meta Knight cansados de serem derrotados, se unem e desafiam Kirby a alcançar o topo de uma elevada torre que alcança os céus, chamada de Buddy Fighters Tower.
Sozinho ou com mais um jogador você tem que passar por diversos andares da Buddy Tower, dividida em cinco capítulos, enfrentando oponentes controlados pelo computador onde gradativamente a dificuldade vai aumentando até alcançar o topo da torre e enfim enfrentar Meta Knight e King Dedede.

Embora o jogo comece fácil, nos andares mais altos os oponentes oferecem um bom desafio que exige um planejamento estratégico do jogador nas habilidades selecionadas.
A cada andar da torre que você completa, você pode escolher uma habilidade ou item aleatório dentre 3 oferecidos que lhe facilitará os próximos andares. O que lembra muito o que o HAL Laboratory fez no modo City Trial do Kirby Air Ride para o GameCube assim como no modo Smash Tour no Super Smash Bros para o Nintendo Wii U.
Todos os modos de jogo dão pontos para uma progressão por níveis, aonde a cada nível alcançado você destrava novos itens e habilidades para a torre do modo História, além de músicas clássicas da franquia, novos estágios, personagens e até mesmo roupas alternativas. Totalizando 100 níveis e mais alguns objetivos extra que são destravados à medida que você vai jogando.
Considerações Finais

Embora seja um spin off da série Kirby Fighters 2 é um jogo bem divertido que celebra a franquia Kirby passando pelas músicas, personagens e cenários memoráveis vistos desde a época do Nintendinho 8 bits.
É o tipo de jogo que pode agradar vários tipos de público – desde aquele que procura um jogo simples e divertido para passar o tempo com os amigos, até a pessoa que busca por um desafio maior para liberar tudo aquilo que o jogo oferece.
Embora não seja tão denso quanto um Smash Bros, o jogo oferece conteúdo o bastante para garantir horas de jogo por um preço bastante acessível.
Para os jogadores mais “hardcore” o jogo pode tornar-se um pouco repetitivo, mas ainda assim a experiência é válida principalmente levando-se em conta a quantidade de conteúdo e o valor do game – R$99,00 na data de lançamento.

Com certeza jogaremos mais vezes e esperamos que mais pessoas comprem o jogo para que possamos encontrar mais partidas online com facilidade.
Sem sombra de dúvida é uma experiência bastante válida e agradável, principalmente para aqueles que são fãs da franquia Kirby.
Por último, gostariamos de saber que você achou da nossa análise de Kirby Fighters 2? Escreva para gente nos comentários.
* Agradecemos a Nintendo Brasil pela chave cedida do jogo.
Assista o review no YouTube:
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